
A cantora Lexa, de 30 anos, revelou recentemente que foi diagnosticada com uma condição alérgica incomum: alergia ao alho. Em suas redes sociais, a artista compartilhou o desafio de lidar com essa restrição alimentar, destacando a dificuldade de consumir alimentos fora de casa, uma vez que o ingrediente está presente na maioria das receitas salgadas da culinária brasileira.
Para esclarecer os detalhes desse tipo de alergia, buscamos informações sobre a raridade da condição e os riscos associados ao consumo do alimento por pessoas alérgicas.
Uma condição rara, mas possível
A alergia ao alho é uma condição rara, mas real. O sistema imunológico de algumas pessoas pode identificar as proteínas do alho como ameaças, desencadeando uma reação de hipersensibilidade. Essa alergia pode surgir ao longo do tempo, após exposições repetidas ao alimento, e pode ocorrer tanto com o alho cru quanto com o cozido.
Os sintomas podem variar de leves a graves, exigindo atenção ao que é consumido. Entre os sinais mais comuns estão coceira na boca, inchaço nos lábios ou garganta, urticária, náuseas, dor abdominal, vômito e, em casos mais graves, dificuldade para respirar e anafilaxia — uma reação alérgica sistêmica potencialmente fatal.
Cuidados necessários e orientação médica
É fundamental buscar avaliação médica ao identificar qualquer reação após o consumo do alho. Mesmo sintomas leves, como coceira ou desconforto gastrointestinal, devem ser investigados. Se houver sinais mais graves, como inchaço facial, dificuldade respiratória ou sensação de desmaio, é essencial procurar atendimento médico de urgência.
A alergia alimentar pode impactar significativamente a rotina e a qualidade de vida dos pacientes. Por isso, informação e prevenção são essenciais para evitar complicações.