BALANÇA E NÃO CAI

Saiba por que António Oliveira ainda não foi demitido pelo Remo

António Oliveira
A conta não fecha: saiba por que António ainda está no Remo. Foto: Samara Miranda/Remo

Até às 12h deste domingo (31), a diretoria do Remo ainda não havia oficializado a demissão do técnico António Oliveira. O treinador português comanda o Leão há cerca de dois meses, período em que a equipe disputou 12 partidas.

Sob seu comando, o Remo conquistou três vitórias, seis empates e três derrotas — um aproveitamento de 46%, com 15 pontos somados.

Impasse na Rescisão Contratual de António Oliveira

As reuniões que tratam do futuro do técnico ocorrem desde as primeiras horas da última sexta-feira (29). O principal entrave para o anúncio da saída de António é a multa rescisória prevista em contrato, no valor de R$ 1 milhão.

A diretoria azulina tenta, neste momento, negociar uma redução desse valor, além de buscar o parcelamento da dívida. As tratativas envolvem o executivo de futebol do clube, Marcos Braz, que mantém boa relação com os representantes do treinador e acredita em uma resolução em breve.

Segundo apuração, ainda não há um valor ou formato de pagamento definido. As conversas seguem em tom amistoso, com o objetivo de chegar a um acordo que seja satisfatório para ambas as partes, sem prejuízos.

Remo Ganha Tempo nas Negociações

Apesar da pressa em resolver a situação, o Remo conta com um fator a seu favor: não tem jogos marcados nos próximos dias, o que permite um pouco mais de margem para concluir as negociações.

Clayton Matos

Diretor de Redação

Clayton Matos é jornalista formado na Universidade Federal do Pará no curso de comunicação social com habilitação em jornalismo. Trabalha no DIÁRIO DO PARÁ desde 2000, iniciando como estagiário no caderno Bola, passando por outras editorias. Hoje é repórter, colunista de esportes, editor e diretor de redação.

Clayton Matos é jornalista formado na Universidade Federal do Pará no curso de comunicação social com habilitação em jornalismo. Trabalha no DIÁRIO DO PARÁ desde 2000, iniciando como estagiário no caderno Bola, passando por outras editorias. Hoje é repórter, colunista de esportes, editor e diretor de redação.