
Belém recebe duas apresentações da peça “O Vendedor de Sonhos”. Os espetáculos irão acontecer neste sábado,30, e domingo, 31, no Teatro Resolve. Adaptada do best-seller de Augusto Cury, a peça tem no elenco os atores Mateus Carrieri, Milton Levy, Adriano Merlini, Fernanda Mariano, Bruno Sperança e Guilherme Carrasco.
A trama conta a história do personagem Júlio César (Mateus Carrieri), que tenta o suicídio e é impedido de cometer o ato por intermédio de um mendigo, o Mestre (Milton Levy), que lhe vende uma vírgula, para que continue a escrever a sua história. Juntos, convidam Bartolomeu (Adriano Merlini), um bêbado boa-praça para a missão de vender sonhos e despertar a sociedade doente. Mas a revelação de um passado conflituoso do Mestre pode destroçar a grande missão do Vendedor de Sonhos.
A peça chega aos palcos paraenses próximo ao início do Setembro Amarelo, campanha realizada desde 2015 em todo o Brasil para a prevenção ao suicídio.
O livro “O Vendedor de Sonhos” já foi traduzido para mais de 60 idiomas e também virou filme. É a primeira obra do psiquiatra Augusto Cury – fenômeno de vendas de livros – a receber uma adaptação para o teatro.
“Ver os atores interpretando no palco os personagens que eu construí nas mais diversas situações estressantes em que eles passaram, levando o espectador a fazer uma viagem para dentro de si mesmo para encontrar o mais importante endereço que poucos encontram, o endereço em sua própria mente, é de fato um grande prazer”, conta Cury.
A ideia de transformar o livro “O Vendedor de Sonhos” para o teatro nasceu durante a realização das palestras do Dr. Augusto Cury. A direção da peça é de Luciano Cardoso, com mais de 33 anos de experiência no cenário da música e artes.
“Um dia, após uma palestra, o Augusto me disse que sonhava em ver a obra dele no cinema e me convidou para produzi-la. Eu vinha percebendo que estava em franca expansão a questão de as pessoas discutirem as suas emoções, em especial um tema muito delicado, que é a prevenção ao suicídio, infelizmente algo crescente em nossa sociedade. E sabendo da relação muito próxima de atores e plateia, poderia ser positivo para que tocasse as pessoas, como vem ocorrendo pelo Brasil afora e até no exterior. O retorno que todos nós recebemos e o impacto positivo que a obra gera, é realmente muito gratificante”, diz Luciano.