HORA DE RACHAR ESSA CONTA

Dessa vez, a culpa não é do português

O técnico português António Oliveira, do Remo, demonstrou uma certa irritação na coletiva de imprensa após a derrota para o Criciúma nesta quinta, em Belém.

O técnico português António Oliveira, do Remo, demonstrou uma certa irritação na coletiva de imprensa após a derrota para o Criciúma nesta quinta, em Belém
O técnico português António Oliveira, do Remo, demonstrou uma certa irritação na coletiva de imprensa após a derrota para o Criciúma nesta quinta, em Belém. Foto: Samara Miranda/ascom Remo

O técnico português António Oliveira, do Remo, demonstrou uma certa irritação na coletiva de imprensa após a derrota para o Criciúma nesta quinta, em Belém. Claro que é embaraçoso você botar a cara para dar explicações quando está convicto de que fez tudo para que algo desse certo, mas não saiu como o esperado. Oliveira errou terrivelmente nos outros 11 jogos anteriores. Escalou, armou e mexeu muito mal o time, mas dessa vez, quando parecia que as coisas iam se encaminhar, o time não colaborou. Melhor. Quem deveria empurrar a bola para o gol. A equipe estava fechada com ele quando houve a ameaça de demissão, mas no campo parece que o pacto foi para o saco.

Ou foi isso ou nenhum atacante remista tem condições técnicas de continuar no elenco. O Leão criou as melhores chances, mas consagrou o goleiro do Tigre em muitos deles com petelecos e outros sem direção alguma.

No fim, o duro castigo. Mas da derrota se tiram algumas convicções: Pavani não pode ser reserva de Jaderson, que não é mais o mesmo desde a concussão. Régis, o jogador de 20 minutos, precisa iniciar de cara um jogo para ver qual é a dele de fato. E os dois uruguaios que chegaram precisam mostrar mais. Ontem foram apenas ciscadores. Ainda tem tempo de recuperar terreno, mas está cada vez mais difícil acreditar num eventual acesso.

Voltamos a qualquer momento…

Clayton Matos

Diretor de Redação

Clayton Matos é jornalista formado na Universidade Federal do Pará no curso de comunicação social com habilitação em jornalismo. Trabalha no DIÁRIO DO PARÁ desde 2000, iniciando como estagiário no caderno Bola, passando por outras editorias. Hoje é repórter, colunista de esportes, editor e diretor de redação.

Clayton Matos é jornalista formado na Universidade Federal do Pará no curso de comunicação social com habilitação em jornalismo. Trabalha no DIÁRIO DO PARÁ desde 2000, iniciando como estagiário no caderno Bola, passando por outras editorias. Hoje é repórter, colunista de esportes, editor e diretor de redação.