Durante a noite, o caso ganhou novos desdobramentos e passou a envolver outras frentes de investigação. A chácara onde ocorreu o homicídio foi invadida e incendiada, em uma ação atribuída inicialmente a vândalos ou integrantes de grupos criminosos. As chamas atingiram parte do imóvel, sendo necessária a rápida intervenção do Corpo de Bombeiros, que conseguiu conter o fogo e evitar que o incêndio se alastrasse por toda a estrutura da chácara. Não houve registro de feridos durante a ocorrência. Nas redes sociais, perfis que se identificam como integrantes de uma facção criminosa com atuação na região do Parque Verde passaram a circular mensagens nas quais o incêndio seria apresentado como uma forma de retaliação pela morte de Edinaldo Silva da Silva. A autenticidade dessas postagens, no entanto, ainda está sendo apurada pelas autoridades. A Polícia Civil informou que o incêndio passa a integrar o inquérito já em andamento, ampliando as linhas de investigação para apurar possível ligação entre o homicídio e a ação criminosa posterior, bem como a identificação dos responsáveis pelo ataque ao imóvel.
Durante a noite, o caso ganhou novos desdobramentos e passou a envolver outras frentes de investigação. A chácara onde ocorreu o homicídio foi invadida e incendiada, em uma ação atribuída inicialmente a vândalos ou integrantes de grupos criminosos. As chamas atingiram parte do imóvel, sendo necessária a rápida intervenção do Corpo de Bombeiros, que conseguiu conter o fogo e evitar que o incêndio se alastrasse por toda a estrutura da chácara. Não houve registro de feridos durante a ocorrência. Nas redes sociais, perfis que se identificam como integrantes de uma facção criminosa com atuação na região do Parque Verde passaram a circular mensagens nas quais o incêndio seria apresentado como uma forma de retaliação pela morte de Edinaldo Silva da Silva. A autenticidade dessas postagens, no entanto, ainda está sendo apurada pelas autoridades. A Polícia Civil informou que o incêndio passa a integrar o inquérito já em andamento, ampliando as linhas de investigação para apurar possível ligação entre o homicídio e a ação criminosa posterior, bem como a identificação dos responsáveis pelo ataque ao imóvel.

Um homicídio registrado na tarde deste domingo, 28, no Rancho Gouveia, localizado em uma rua com acesso pela avenida Augusto Montenegro, no bairro Parque Guajará, em Belém, mobilizou forças de segurança e ganhou novos desdobramentos ao longo da noite. A vítima foi identificada como Edinaldo Silva e Silva, de 32 anos. As informações são do repórter J R Avelar.

De acordo com as primeiras informações repassadas ao Centro Integrado de Operações, Edinaldo participava de uma festa de confraternização quando teria entrado no local portando uma arma de fogo e, aparentemente, com a intenção de executar um desafeto.

Durante a confusão, um disparo teria sido efetuado por alguém que estava no interior do rancho, atingindo a vítima, que caiu mortalmente ferida. O óbito foi confirmado por uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência, a USA 203.

Ainda na versão inicial, dois suspeitos teriam sido conduzidos à Seccional Urbana de Icoaraci, sendo que um deles seria policial militar. A Polícia Militar, por meio da viatura 1018 do 10º Batalhão, comandada pelo sargento Hugo, isolou a área para o trabalho da Polícia Científica do Pará e da Divisão de Homicídios.

No decorrer das apurações, uma segunda versão surgiu, apontando que Edinaldo teria ido até a chácara para cobrar uma dívida do proprietário. Uma discussão teria se iniciado e, como havia dois homens armados no local, a situação evoluiu para um tiroteio que terminou com a morte da vítima.

Os dois suspeitos, incluindo o militar, foram encaminhados à Seccional Urbana de Icoaraci para prestar esclarecimentos, e o caso passou a ser investigado pela Delegacia de Homicídios de Icoaraci.

Investigação e perícia

Peritos da Polícia Científica recolheram diversas cápsulas de munição espalhadas pela chácara, além de armas apreendidas com os suspeitos, que serão analisadas no laboratório de balística do Centro de Perícias Científicas Renato Chaves.

Durante a noite, o local do crime foi alvo de um ataque criminoso, quando vândalos ou integrantes de facção invadiram a chácara e atearam fogo no imóvel. O Corpo de Bombeiros foi acionado e conseguiu conter as chamas antes que o incêndio se alastrasse completamente.

Em uma rede social, o incêndio teria sido reivindicado por membros de uma facção criminosa com atuação no bairro do Parque Verde, como retaliação pela morte de Edinaldo Silva e Silva.

Carol Menezes

Repórter

Graduada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade da Amazônia (Unama) desde 2007. É natural de Belém (PA) e repórter do jornal Diário do Pará desde 2013. Atua em cobertura nas editorias de Cidades, Política, Economia e Cultura. Desde 2020 também redige a coluna Linha Direta, seguinte ao Repórter Diário, de terça a domingo. Prêmio Fiepa 2016 de Melhor Repórter de Jornalismo Impresso.

Graduada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade da Amazônia (Unama) desde 2007. É natural de Belém (PA) e repórter do jornal Diário do Pará desde 2013. Atua em cobertura nas editorias de Cidades, Política, Economia e Cultura. Desde 2020 também redige a coluna Linha Direta, seguinte ao Repórter Diário, de terça a domingo. Prêmio Fiepa 2016 de Melhor Repórter de Jornalismo Impresso.