
O fundador do Global Citizen, Hugh Evans, está em terras paraenses e incluiu na agenda uma visita ao Quilombo do Abacatal, em Ananindeua, nesta quinta-feira, 30.
“A história deles é de força, resiliência e esperança – um lembrete de que o futuro da Amazônia depende das comunidades que a chamam de lar”, escreveu Evans no Instagram.
“No Global Citizen, temos a honra de trabalhar ao lado de líderes como Vanuza do Abacatal e a comunidade, amplificando as suas vozes e conectando a ação local à mudança global”, completou.
A líder espiritual da comunidade vai participar do Festival Global Citizen, que ocorre neste sábado, 1º, no estádio do Mangueirão.
Pelas redes sociais, ela agradeceu a visita de Hugh e afirmou que o Abacatal “é um espaço de memória viva, onde conhecimento, costumes e tradições ancestrais se entrelaçam com a defesa do meio ambiente e a preservação da Amazônia Negra”.
A história da Comunidade Quilombola do Abacatal remonta ao ano de 1710. A ocupação inicial era de um engenho de cana-de-açúcar do português Conde Antônio Koma de Melo, que deixou a área como herança para três filhas que teve com a escrava Olímpia.
O Global Citizen é uma plataforma de ação social dedicada a eliminar a pobreza extrema. A instituição promove diversas ações, incluindo o festival que reúne música e ativismo. Belém foi escolhida para sediar o evento, em virtude da COP. Saiba os detalhes do evento clicando aqui.
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