Grupo RBA é destaque nacional com reportagens premiadas sobre sustentabilidade e mineração
Grupo RBA é destaque nacional com reportagens premiadas sobre sustentabilidade e mineração. Foto: Celso Rodrigues

O Diário do Pará voltou a se destacar no Prêmio Simineral de Jornalismo 2025, realizado na noite desta sexta-feira (12), na Usina 265, em Belém, ao ter profissionais reconhecidos entre os vencedores e finalistas da premiação que valoriza produções voltadas aos desafios climáticos, à sustentabilidade e às transformações do setor mineral, em sintonia com os debates impulsionados pela COP30.

Na categoria Impresso, o repórter Rafael Rocha conquistou o primeiro lugar com uma reportagem especial sobre transição energética e mineração na Amazônia. Segundo ele, o reconhecimento é resultado de um trabalho extenso de pesquisa e apuração.

“Quando a gente fala de uma reportagem para prêmio, é uma reportagem especial. Não é uma coisa fácil. Foram semanas de levantamento de informações, dados e fontes para entender como a mineração na Amazônia pode contribuir com a transição energética e com as discussões atuais sobre descarbonização”, afirmou. Para o jornalista, abordar mineração e meio ambiente é essencial para refletir sobre a realidade amazônica. “Esse trabalho também trata dos impactos sociais e ambientais e reafirma o papel do jornalismo como uma fonte importante de informação e reflexão”, completou.

Reconhecimento do Diário do Pará no Prêmio Simineral

O Diário do Pará também foi reconhecido com o segundo lugar, na mesma categoria, conquistado pela repórter Irlaine Nóbrega, em trabalho desenvolvido em parceria com o repórter fotográfico Mauro Angelo e edição de Clayton Matos, reforçando a presença do jornal entre os principais destaques. A matéria falou sobre ações de mitigação e recuperação ambiental na região oeste do Pará promovidas pela Mineração Rio Norte.

Rafael Rocha, do DIÁRIO. Foto: Celso Rodrigues

“Fico muito feliz em receber o prêmio de segundo lugar na categoria Jornalismo Impresso. Este é o primeiro prêmio que participo na minha carreira de jornalista, a qual me dedico há pelo menos cinco anos. É gratificante ter o meu trabalho reconhecido enquanto jornalista. Agradeço ao jornal DIÁRIO DO PARÁ pela confiança no meu trabalho em parceria com o fotógrafo Mauro Ângelo, que também foi essencial para essa conquista com um olhar jornalístico impecável”, diz Irlaine Nóbrega .

Irlaine Nóbrega, do DIÁRIO DO PARÁ. Foto: Celso Rodrigues

Além do impresso, o grupo RBA, ao qual o Diário do Pará integra, celebrou o primeiro lugar na categoria Radiojornalismo, conquistado pelo repórter Gilmar Pretti, da Rádio Clube do Pará. Emocionado, ele destacou a surpresa e a satisfação com a conquista. “Eu fiquei muito feliz e surpreso em vencer. Apesar de ser finalista, a gente nunca pensa que vai ganhar. É uma honra enorme colocar o nome da Rádio Clube do Pará novamente em primeiro lugar”, declarou.

Gilmar Pretti, da Rádio Clube do Pará
Gilmar Pretti, da Rádio Clube do Pará. Foto: Celso Rodrigues

Destaque para Iniciativas Sustentáveis

Gilmar ressaltou ainda a importância do trabalho jornalístico para valorizar iniciativas sustentáveis na Amazônia. “A reportagem mostrou como uma comunidade conseguiu empreender a partir da bioeconomia, relacionando esse potencial com a chegada da COP30 e com fontes fortes e confiáveis que falaram sobre meio ambiente e direito ambiental”, explicou.

O Portal Dol, também do Grupo RBA, venceu na categoria Jornalismo 360, com uma matéria assinada por Andressa Ferreira e com edição e artes de Emerson Coe, que abordou o uso da inteligência artificial aliada à mineração sustentável. A equipe celebrou a conquista como resultado de planejamento, dedicação e sensibilidade para tratar de um tema atual e estratégico. “A inteligência artificial já faz parte da nossa vida e pode ser uma aliada importante da sustentabilidade e do meio ambiente. Vencer esse prêmio é uma felicidade enorme, um presente antecipado de fim de ano”, destacou Andressa.

Emerson Coe e Andressa Ferreira, do DOL. Foto: Celso Rodrigues

Para Emerson Coe, o reconhecimento simboliza o esforço coletivo ao longo do ano. “Nada acontece por acaso. É um trabalho pensado, planejado, feito com muita dedicação. A emoção é grande porque, no fim do ano, a gente olha para trás e vê tudo o que foi construído”, afirmou.