
O Grupo RBA de Comunicação foi o grande destaque do Prêmio Simineral de Comunicação 2025, consagrando-se como o mais premiado desta edição, que reconhece trabalhos voltados aos desafios climáticos e às soluções sustentáveis na mineração. A cerimônia ocorreu nesta sexta-feira (12), na Usina 265, celebrando produções alinhadas à agenda ambiental reforçada pela COP30, realizada em Belém no mês passado.
Três veículos do grupo — DIÁRIO DO PARÁ, DOL e RÁDIO CLUBE — chegaram à final em diferentes categorias, consolidando a força da RBA na cobertura de temas estratégicos para o desenvolvimento da Amazônia.
RBA domina as categorias do prêmio
No jornalismo impresso, o DIÁRIO DO PARÁ garantiu o primeiro lugar com o repórter Rafael Rocha. A jornalista Irlaine Nóbrega, também do DIÁRIO, conquistou o segundo lugar. Ambos foram reconhecidos por reportagens que aprofundam o debate sobre mineração, sustentabilidade e os efeitos das mudanças climáticas.
“Ter dois profissionais entre os vencedores do Prêmio Simineral 2025 reforça a importância do jornalismo que produzimos. Este reconhecimento valoriza nosso compromisso com uma cobertura rigorosa e profunda sobre setores essenciais ao desenvolvimento do Estado e prova mais uma vez a força do impresso, que continua sendo o grande balizador do bom jornalismo”, afirmou Clayton Matos, diretor de redação do DIÁRIO DO PARÁ.
No jornalismo 360°, o Diário Online (DOL) foi representado por Andressa de Freitas Ferreira, finalista com conteúdos digitais inovadores sobre transição energética, sustentabilidade e novas tecnologias aplicadas ao setor mineral.
No radiojornalismo, a Rádio Clube do Pará teve como finalista Gilmar Miranda de Moraes Pretti, que apresentou material voltado ao diálogo com comunidades e territórios impactados pela atividade mineral, abordando também os desafios climáticos na região.
Um prêmio voltado ao futuro sustentável da Amazônia
O Prêmio Simineral 2025 contou com sete categorias e celebrou produções que contribuem para o debate qualificado sobre meio ambiente, inovação, mineração responsável e o papel estratégico da Amazônia — especialmente após o protagonismo global conquistado durante a COP30.