Foto: Divulgação
Foto: Divulgação

Na COP30, em Belém, a Cerpa destaca seu conjunto de iniciativas ambientais e sociais que a colocam entre as indústrias mais comprometidas com práticas sustentáveis na Amazônia. Com quase 60 anos de atuação, a empresa aposta em energia limpa, economia circular e ações sociais de impacto para reduzir emissões, apoiar comunidades e fortalecer o desenvolvimento regional.

Biomassa de açaí como energia limpa

Um dos principais projetos da empresa é o aproveitamento de cerca de 75 toneladas diárias de caroço de açaí como biomassa. O resíduo, antes descartado, substitui o óleo BPF na geração de vapor industrial, reduzindo emissões, custos e impactos ambientais. As cinzas produzidas são reutilizadas como adubo orgânico em novas plantações, fechando o ciclo de economia circular. A iniciativa rendeu à empresa o Prêmio ESG Amazônia ADVB-PA 2025.

Gestão responsável da água

A Cerpa opera um sistema contínuo de tratamento de efluentes que devolve à Baía do Guajará água com 97% de pureza, fruto de microfiltração e monitoramento permanente. A empresa também mantém há mais de uma década um programa de doação de água potável, que hoje beneficia 120 famílias do entorno da fábrica — projeto igualmente premiado em 2025.

Energia e Sustentabilidade na Cerpa

Atualmente, 70% da energia consumida pela fábrica vem do Parque Ibimirim, reforçando a transição para fontes renováveis. A empresa também investe na instalação de painéis solares e na ampliação do uso de biomassa, com meta de neutralidade de carbono até 2030. Suas práticas foram apresentadas em feiras como a FIPA 2024, servindo de referência para o setor produtivo.

Impacto Social e Ambiental

A Cerpa mantém programas contínuos de educação ambiental em escolas, apoia iniciativas culturais como os Promesseiros da Pratinha, realiza campanhas em parceria com o HEMOPA e promove o tradicional Natal Solidário. As ações sociais reforçam o papel da indústria no fortalecimento das comunidades locais.

Na COP30, a empresa afirma estar pronta para compartilhar suas experiências e contribuir com debates sobre sustentabilidade, inovação e desenvolvimento responsável na Amazônia.

Editado por Luiz Octávio Lucas