Concurso da Marinha oferece 40 vagas para músicos do Corpo de Fuzileiros Navais, com salário que pode chegar a quase R$ 7 mil. Foto: divulgação
Concurso da Marinha oferece 40 vagas para músicos do Corpo de Fuzileiros Navais, com salário que pode chegar a quase R$ 7 mil. Foto: divulgação

A Marinha do Brasil publicou nesta terça-feira, 16, o edital do concurso público para admissão ao Curso de Formação de Sargentos Músicos do Corpo de Fuzileiros Navais. Ao todo, são oferecidas 40 vagas destinadas a candidatos de ambos os sexos com ensino médio completo.

Para concorrer, é necessário ter idade entre 18 e 24 anos, completados até 30 de junho de 2027, além de altura mínima de 1,54m e máxima de 2m. O curso será ministrado no Centro de Instrução Almirante Sylvio de Camargo, no Rio de Janeiro, com duração média de 18 semanas. As oportunidades estão distribuídas em 15 especialidades musicais, incluindo instrumentos de sopro, cordas, percussão e teclado.

Detalhes sobre o curso e benefícios

Durante o período de formação, os alunos recebem uniforme, alimentação, assistência médica, odontológica, psicológica, social e religiosa, além de remuneração mensal de R$ 1.544,62. Após a conclusão do curso e a promoção ao posto de terceiro-sargento, os militares passam a receber vencimentos de R$ 6.975,59 e podem ser designados para servir em unidades da Marinha em todo o território nacional.

Inscrições e processo seletivo

As inscrições devem ser realizadas até 6 de fevereiro de 2026, mediante pagamento de taxa de R$ 95, pelo site da Marinha, aplicativo Adsumus Sempre ou presencialmente em cidades credenciadas. Doadores de medula óssea e inscritos no CadÚnico podem solicitar isenção até 10 de janeiro. A seleção contará com prova objetiva de conhecimentos musicais, redação, avaliação prática, inspeção de saúde, teste físico e avaliação psicológica.

Carol Menezes

Repórter

Graduada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade da Amazônia (Unama) desde 2007. É natural de Belém (PA) e repórter do jornal Diário do Pará desde 2013. Atua em cobertura nas editorias de Cidades, Política, Economia e Cultura. Desde 2020 também redige a coluna Linha Direta, seguinte ao Repórter Diário, de terça a domingo. Prêmio Fiepa 2016 de Melhor Repórter de Jornalismo Impresso.

Graduada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade da Amazônia (Unama) desde 2007. É natural de Belém (PA) e repórter do jornal Diário do Pará desde 2013. Atua em cobertura nas editorias de Cidades, Política, Economia e Cultura. Desde 2020 também redige a coluna Linha Direta, seguinte ao Repórter Diário, de terça a domingo. Prêmio Fiepa 2016 de Melhor Repórter de Jornalismo Impresso.