
O presidente do Paysandu, Márcio Tuma, explicou nas redes sociais a saída do massagista Ivan Neves, que tinha 30 anos de serviços prestados ao clube. Segundo o dirigente, que assumiu após a renúncia do empresário Roger Aguilera, a decisão foi extremamente difícil, mas necessária diante da grave situação financeira enfrentada pela instituição.
“Ivan é um ícone do Paysandu pelo tempo de casa e pela dedicação. É um profissional que merece todo o nosso respeito. Para nós, foi muito duro tomar essa decisão. Quem vê de fora já considera um remédio amargo; imaginem para quem precisa administrá-lo. Não adianta termos pessoas que agregam se o clube não tem condições de pagar. Com uma queda de mais de 50% na receita, não conseguimos honrar todos os compromissos”, afirmou Tuma.
O cartola ressaltou que o desligamento faz parte de um processo doloroso, porém indispensável para garantir a sobrevivência financeira do clube. “Foi um corte profundo, um dia muito triste, mas feito com total transparência. O Paysandu precisa ser financeiramente viável. Quando o desempenho esportivo é ruim, a situação se agrava ainda mais do ponto de vista da arrecadação. É um círculo vicioso que precisa ser quebrado. Por isso, tivemos que promover essas mudanças”, completou.
E é isso, pessoal, de repente a culpa da folah extensa e cara tinha como componente crucial o Ivan, que tinha décadas de identificação. Enquanto isso, os bondes contratados no último ano, do mesmo grupo do atual dirigente, nada tinham a ver. Sei…
Voltamos a qualquer momento…