Papão se despede de funcionário que marcou gerações no Curuzu
Papão se despede de funcionário que marcou gerações no Curuzu

O presidente do Paysandu, Márcio Tuma, explicou nas redes sociais a saída do massagista Ivan Neves, que tinha 30 anos de serviços prestados ao clube. Segundo o dirigente, que assumiu após a renúncia do empresário Roger Aguilera, a decisão foi extremamente difícil, mas necessária diante da grave situação financeira enfrentada pela instituição.

“Ivan é um ícone do Paysandu pelo tempo de casa e pela dedicação. É um profissional que merece todo o nosso respeito. Para nós, foi muito duro tomar essa decisão. Quem vê de fora já considera um remédio amargo; imaginem para quem precisa administrá-lo. Não adianta termos pessoas que agregam se o clube não tem condições de pagar. Com uma queda de mais de 50% na receita, não conseguimos honrar todos os compromissos”, afirmou Tuma.

O cartola ressaltou que o desligamento faz parte de um processo doloroso, porém indispensável para garantir a sobrevivência financeira do clube. “Foi um corte profundo, um dia muito triste, mas feito com total transparência. O Paysandu precisa ser financeiramente viável. Quando o desempenho esportivo é ruim, a situação se agrava ainda mais do ponto de vista da arrecadação. É um círculo vicioso que precisa ser quebrado. Por isso, tivemos que promover essas mudanças”, completou.

E é isso, pessoal, de repente a culpa da folah extensa e cara tinha como componente crucial o Ivan, que tinha décadas de identificação. Enquanto isso, os bondes contratados no último ano, do mesmo grupo do atual dirigente, nada tinham a ver. Sei…

Voltamos a qualquer momento…

Clayton Matos

Diretor de Redação

Clayton Matos é jornalista formado na Universidade Federal do Pará no curso de comunicação social com habilitação em jornalismo. Trabalha no DIÁRIO DO PARÁ desde 2000, iniciando como estagiário no caderno Bola, passando por outras editorias. Hoje é repórter, colunista de esportes, editor e diretor de redação.

Clayton Matos é jornalista formado na Universidade Federal do Pará no curso de comunicação social com habilitação em jornalismo. Trabalha no DIÁRIO DO PARÁ desde 2000, iniciando como estagiário no caderno Bola, passando por outras editorias. Hoje é repórter, colunista de esportes, editor e diretor de redação.