Buraco aberto no cofre de banco na Alemanha: assalto rendeu cerca de R$ 197 milhões, valor que faz inveja a qualquer aposta da Mega da Virada. Foto: HANDOUT / POLICE GELSENKIRCHEN / AFP
Buraco aberto no cofre de banco na Alemanha: assalto rendeu cerca de R$ 197 milhões, valor que faz inveja a qualquer aposta da Mega da Virada. Foto: HANDOUT / POLICE GELSENKIRCHEN / AFP

Enquanto milhões de brasileiros sonham em acertar as seis dezenas da Mega da Virada, um grupo de ladrões na Alemanha decidiu pular a parte do bilhete e foi direto ao prêmio. Criminosos roubaram, nesta terça-feira, 30, cerca de 30 milhões de euros de uma agência bancária na cidade de Gelsenkirchen, no oeste do país, o que convertido dá aproximadamente R$ 196,7 milhões, quase um quinto do prêmio histórico de R$ 1 bilhão prometido pela Mega da Virada deste ano.

O crime foi digno de filme: usando uma furadeira de grande porte, os ladrões abriram um buraco gigantesco na parede do cofre de uma agência do banco Sparkasse e tiveram acesso a mais de 3 mil cofres individuais.

O tamanho do golpe

Dentro deles havia dinheiro vivo, ouro e joias, acumulados por clientes que agora fazem contas nada animadoras. Para se ter ideia do tamanho do golpe, o valor roubado permitiria comprar mais de 800 milhões de apostas simples da Mega da Virada, ou ainda bancar centenas de bolões milionários como os que tentam a sorte no Brasil.

Após o crime, os suspeitos fugiram e seguem foragidos, enquanto a polícia investiga como a ação conseguiu passar despercebida até ser tarde demais. Na manhã seguinte ao assalto, clientes se reuniram em frente à agência, preocupados com o destino de suas economias, numa cena bem menos festiva do que as filas de lotéricas no fim do ano.

A caçada policial internacional

Se na Mega da Virada a chance de ganhar é mínima, na Alemanha os ladrões provaram que, com planejamento e ousadia, o “prêmio” pode sair antes do sorteio — ainda que acompanhado de uma caçada policial internacional.

Carol Menezes

Repórter

Graduada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade da Amazônia (Unama) desde 2007. É natural de Belém (PA) e repórter do jornal Diário do Pará desde 2013. Atua em cobertura nas editorias de Cidades, Política, Economia e Cultura. Desde 2020 também redige a coluna Linha Direta, seguinte ao Repórter Diário, de terça a domingo. Prêmio Fiepa 2016 de Melhor Repórter de Jornalismo Impresso.

Graduada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade da Amazônia (Unama) desde 2007. É natural de Belém (PA) e repórter do jornal Diário do Pará desde 2013. Atua em cobertura nas editorias de Cidades, Política, Economia e Cultura. Desde 2020 também redige a coluna Linha Direta, seguinte ao Repórter Diário, de terça a domingo. Prêmio Fiepa 2016 de Melhor Repórter de Jornalismo Impresso.