Ghosting é quando alguém interrompe o contato sem explicação e desaparece de todas as formas de comunicação. Foto: iStock
Ghosting é quando alguém interrompe o contato sem explicação e desaparece de todas as formas de comunicação. Foto: iStock

O sumiço repentino de alguém, sem explicações ou aviso, é conhecido como ghosting e se tornou um comportamento comum nas relações atuais, especialmente com o avanço das redes sociais e aplicativos de mensagem.

O termo vem do inglês e remete à ideia de “virar um fantasma”, já que a pessoa simplesmente desaparece, deixando mensagens sem resposta, evitando ligações e interrompendo qualquer forma de contato.

Esse tipo de afastamento costuma acontecer quando alguém não deseja continuar uma relação afetiva, de amizade ou até profissional, mas prefere evitar conflitos e conversas difíceis.

O ghosting pode ocorrer após alguns encontros, em relações construídas por mensagens ou até depois de meses de convivência, quando um dos lados decide encerrar o vínculo em silêncio.

Motivos comuns e padrões do ghosting

Entre os motivos mais comuns estão medo de confronto, dificuldade de comunicação, excesso de opções nos aplicativos, perda de interesse e vínculos frágeis que se desfazem com facilidade.

Nem toda demora em responder é sinal de ghosting, mas quando há silêncio prolongado, ausência ativa de contato, cancelamentos constantes e até bloqueios nas redes, o padrão indica que a pessoa optou por desaparecer.

Consequências e estratégias de recuperação

As consequências para quem passa pela situação podem incluir dúvidas sobre si mesmo, insegurança em novos vínculos, ansiedade em interações digitais e sensação de abandono ou ciclo inacabado.

Estabelecer limites claros e buscar conversas diretas nas próximas relações pode ajudar a evitar desgastes emocionais. Quando o impacto é maior, recorrer ao apoio psicológico pode auxiliar no fortalecimento emocional e na reconstrução da confiança.

Editado por Luiz Octávio Lucas

Carol Menezes

Repórter

Graduada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade da Amazônia (Unama) desde 2007. É natural de Belém (PA) e repórter do jornal Diário do Pará desde 2013. Atua em cobertura nas editorias de Cidades, Política, Economia e Cultura. Desde 2020 também redige a coluna Linha Direta, seguinte ao Repórter Diário, de terça a domingo. Prêmio Fiepa 2016 de Melhor Repórter de Jornalismo Impresso.

Graduada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade da Amazônia (Unama) desde 2007. É natural de Belém (PA) e repórter do jornal Diário do Pará desde 2013. Atua em cobertura nas editorias de Cidades, Política, Economia e Cultura. Desde 2020 também redige a coluna Linha Direta, seguinte ao Repórter Diário, de terça a domingo. Prêmio Fiepa 2016 de Melhor Repórter de Jornalismo Impresso.