Foto: reprodução redes sociais
Foto: reprodução redes sociais

Uma funcionária do banco Wells Fargo foi encontrada morta dentro da baia onde trabalhava, quatro dias após sua morte passar despercebida pelos colegas da agência, no estado do Arizona, nos Estados Unidos.

A mulher, identificada como Denise Prudhomme, teve seu último registro de entrada no prédio às 7h do dia 16 de agosto, em 2024. Desde então, ninguém notou sua ausência, e a morte só foi descoberta quando um forte cheiro começou a se espalhar pelo ambiente, levando os funcionários a acionarem a polícia.

Segundo autoridades locais, o corpo estava em avançado estado de decomposição, o que indica que ela morreu pouco tempo depois de chegar ao trabalho naquele dia.

A agência passou por interdição temporária para perícia, e o banco afirmou estar colaborando com a investigação, além de oferecer apoio psicológico aos funcionários.

O caso gerou grande repercussão no país, levantando debates sobre condições de trabalho, sobrecarga profissional e a falta de interação humana em ambientes corporativos cada vez mais automatizados e intensos.

Editado por Luiz Octávio Lucas

Carol Menezes

Repórter

Graduada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade da Amazônia (Unama) desde 2007. É natural de Belém (PA) e repórter do jornal Diário do Pará desde 2013. Atua em cobertura nas editorias de Cidades, Política, Economia e Cultura. Prêmio Fiepa 2016 de Melhor Repórter de Jornalismo Impresso.

Graduada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade da Amazônia (Unama) desde 2007. É natural de Belém (PA) e repórter do jornal Diário do Pará desde 2013. Atua em cobertura nas editorias de Cidades, Política, Economia e Cultura. Prêmio Fiepa 2016 de Melhor Repórter de Jornalismo Impresso.