Cabo-Verde, Jordânia, Uzbequistão e Curaçao: vagas inéditas na Copa de 2026

Com a ampliação para 48 seleções, o Mundial de 2026 abre espaço para quatro países estreantes — a pequena ilha de Curaçao será o menor país a participar de uma Copa.

A expansão da Copa do Mundo para 48 seleções abriu caminho para estreias históricas. Nesta terça-feira, a Ilha de Curaçao confirmou sua vaga no Mundial de 2026 após empatar em 0 × 0 com a Jamaica, concluindo a fase final das

Com apenas cerca de 160 mil habitantes, Curaçao se tornará o país de menor população a disputar uma Copa do Mundo, superando o recorde anterior da Islândia.

A classificação do país caribenho se soma às de Cabo Verde (África), Jordânia (Ásia) e Uzbequistão (Ásia) como estreantes confirmados para o torneio de 2026.

Os três países anfitriões – Canadá, Estados Unidos e México – já tinham vaga assegurada, o que permitiu o aumento da representatividade na região da CONCACAF.

O feito de Curaçao destaca-se não apenas pela população reduzida e pela estrutura modesta do futebol local, mas também pelo projeto de reestruturação iniciado há cerca de dez anos, que apostou em jogadores nascidos na Holanda e em uma nova abordagem para superar crise do esporte nacional.

Ainda restarão duas vagas via repescagem intercontinental e mais quatro por meio de repescagem na Europa, a serem definidas em março-de 2026.

Curaçao e os paradigmas

A presença de Curaçao na Copa-2026 representa uma ruptura de paradigmas: países minúsculos ganham palco gigante, e a jornada da ilha surge como case de inclusão e até diversidade virtual — cenário que pode alimentar games, experiências de torcedores em realidade estendida e narrativas digitais sobre o futebol como ferramenta global de empoderamento cultural.

Luiz Flávio

Paraense, natural de Belém (PA), graduado em Comunicação Social, com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Pará (UFPA) desde 1997. Repórter Especial do jornal Diário do Pará, onde atua desde 1995 na cobertura das editorias de Política, Economia e Cidades. Possui desde 2013 a coluna “Justiça em Fatos”, especializada em notícias jurídicas locais e nacionais, publicada no jornal aos domingos.

Paraense, natural de Belém (PA), graduado em Comunicação Social, com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Pará (UFPA) desde 1997. Repórter Especial do jornal Diário do Pará, onde atua desde 1995 na cobertura das editorias de Política, Economia e Cidades. Possui desde 2013 a coluna “Justiça em Fatos”, especializada em notícias jurídicas locais e nacionais, publicada no jornal aos domingos.