Fenecos, conhecidos como raposas-do-deserto, agora fazem parte do acervo do Zoológico de São Paulo. Foto: depositphotos.com / bertys30
Fenecos, conhecidos como raposas-do-deserto, agora fazem parte do acervo do Zoológico de São Paulo. Foto: depositphotos.com / bertys30

O Zoológico de São Paulo passou a abrigar, pela primeira vez em sua história, fenecos, também conhecidos como raposas-do-deserto, e se tornou o único zoológico da América do Sul a contar com a espécie.

Ao todo, são quatro animais — três fêmeas e um macho — transferidos de um centro de reprodução da vida selvagem localizado na África do Sul. Considerados os menores canídeos do mundo, os fenecos medem cerca de 20 centímetros de altura e pesam em torno de 1,5 quilo quando adultos.

Características e curiosidades

A principal característica da espécie são as orelhas grandes, que podem chegar a até 15 centímetros, usadas tanto para audição aguçada quanto para ajudar na regulação da temperatura corporal em ambientes desérticos.

Com focinho curto, olhos grandes e comportamento curioso, o animal também ganhou destaque fora do mundo científico ao inspirar personagens da cultura pop, como Finnik, do filme Zootopia, e Fennekin, da franquia Pokémon.

Importância da chegada dos fenecos

A chegada dos fenecos reforça o papel do zoológico paulista em programas de conservação, educação ambiental e preservação de espécies exóticas, além de ampliar o interesse do público por animais pouco conhecidos no Brasil.

Carol Menezes

Repórter

Graduada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade da Amazônia (Unama) desde 2007. É natural de Belém (PA) e repórter do jornal Diário do Pará desde 2013. Atua em cobertura nas editorias de Cidades, Política, Economia e Cultura. Desde 2020 também redige a coluna Linha Direta, seguinte ao Repórter Diário, de terça a domingo. Prêmio Fiepa 2016 de Melhor Repórter de Jornalismo Impresso.

Graduada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade da Amazônia (Unama) desde 2007. É natural de Belém (PA) e repórter do jornal Diário do Pará desde 2013. Atua em cobertura nas editorias de Cidades, Política, Economia e Cultura. Desde 2020 também redige a coluna Linha Direta, seguinte ao Repórter Diário, de terça a domingo. Prêmio Fiepa 2016 de Melhor Repórter de Jornalismo Impresso.