
O Plurarte conversa com a paraense Andréa Noronha e já anuncia a felicidade do encontro com essa empresária de sucesso que, após 30 anos de labuta, se encheu de coragem e desembarcou no mundo das artes. Andréa diz que “a virada de chave foi um pouco dolorida”, porém necessária. Ela conta que manter uma empresa, requer do empresário dedicação excessiva e uma vida desregrada, e que esse dia a dia estressante estava comprometendo sua saúde. Foi então, que, sob orientação médica, ela direcionou sua vida para arte que estava adormecida desde os 20 anos de idade. Começou aos 12 anos a pintar incentivada por sua madrinha. Outro relato interessante é que, neste recomeço em 2018, Andréa começou expondo no exterior: Bruxelas, Alemanha, Lisboa. Depois veio Porto Alegre, Florianópolis, foi premiada em São Paulo. E no início de 2024, decidiu se dedicar à Amazônia, e, assim, voltou para o Pará. Sandra conta que Andréa, agora, também se dedica à fotografia e enfatizam a importância do saber. A artista conta do seu olhar para a foto in loco, das imagens, das cores, da floresta, para aplicar nas telas. A prosa finaliza com Sandra contando que Andréa criou o Instituto Mulheres Artistas da Amazônia e ela conclui dizendo da sua paixão pelo voluntariado, pelo coletivo e pelo desejo de promover visibilidade às artistas pouco conhecidas.