O dono das marcas Raia e Drogasil oferece vagas em áreas estratégicas, como farmácias, centros de distribuição e central de atendimento
Drogasil e Droga Raia são proibidas de vender remédios sem autorização

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou, nesta terça-feira (23/12), a proibição da comercialização, distribuição e propaganda de todos os medicamentos das marcas Bwell e Needs, ofertados pela empresa Raia Drogasil S.A. nos sites drogasil.com.br e drogaraia.com.br.

Segundo a Anvisa, a medida foi adotada porque a empresa não possui autorização para fabricar medicamentos, o que infringe a legislação sanitária vigente. A determinação vale não apenas para a Raia Drogasil S.A., controladora da Drogasil e da Droga Raia, mas também para qualquer pessoa física, jurídica ou veículo de comunicação que comercialize ou divulgue esses produtos.

A agência reforça que a fabricação, venda e promoção de medicamentos sem a devida autorização representam risco à saúde pública e configuram infração sanitária grave.

Proibição também atinge produtos de limpeza

Além dos medicamentos, a Anvisa também proibiu o comércio, a distribuição e o uso de todos os produtos da marca “Solubrillho Soluções de Limpeza”, classificados como saneantes. A medida se aplica a todos os lotes fabricados até 14 de abril de 2024.

De acordo com a agência reguladora, o fabricante da marca Solubrillho é desconhecido, não possui CNPJ informado nem autorização de funcionamento, o que viola dispositivos da Lei nº 6.360/1976 e da Lei nº 9.782/1999, que regulam a produção e comercialização de produtos sujeitos à vigilância sanitária no Brasil.

A Anvisa orienta que consumidores suspendam imediatamente o uso dos produtos proibidos e denunciem a comercialização irregular por meio de seus canais oficiais.

Clayton Matos

Diretor de Redação

Clayton Matos é jornalista formado na Universidade Federal do Pará no curso de comunicação social com habilitação em jornalismo. Trabalha no DIÁRIO DO PARÁ desde 2000, iniciando como estagiário no caderno Bola, passando por outras editorias. Hoje é repórter, colunista de esportes, editor e diretor de redação.

Clayton Matos é jornalista formado na Universidade Federal do Pará no curso de comunicação social com habilitação em jornalismo. Trabalha no DIÁRIO DO PARÁ desde 2000, iniciando como estagiário no caderno Bola, passando por outras editorias. Hoje é repórter, colunista de esportes, editor e diretor de redação.