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A ginecomastia, caracterizada pelo aumento do volume das mamas em homens, atinge entre 5% e 10% da população masculina. Embora possa ocorrer em diferentes idades, a adolescência é o período de maior impacto emocional, já que muitos jovens enfrentam insegurança, vergonha e dificuldade de socialização devido à condição.

O problema pode estar relacionado ao crescimento da glândula mamária, com ou sem acúmulo de gordura. Entre as causas mais comuns estão alterações hormonais, uso de anabolizantes e obesidade. O diagnóstico costuma ser clínico, mas em alguns casos são necessários exames complementares, como perfil hormonal e de imagem, para identificar a origem.

Segundo o cirurgião plástico Fernando Amato, a ginecomastia pode ser tratada com medicamentos que bloqueiam os hormônios responsáveis pelo crescimento mamário, especialmente quando a condição tem menos de um ano de evolução. Nestes casos, o acompanhamento por endocrinologistas ou mastologistas é recomendado.

Cirurgia corretiva é um dos tratamentos

Quando não há resposta ao tratamento medicamentoso após um ou dois anos, a cirurgia corretiva se torna a alternativa mais indicada. O procedimento envolve a retirada da glândula mamária, podendo incluir também a remoção de gordura, excesso de pele e, em alguns casos, técnicas de lipoaspiração e radiofrequência para evitar flacidez.

A recuperação varia entre uma e três semanas, com restrição a exercícios físicos por pelo menos um mês. O uso de malha compressiva ajuda a reduzir o inchaço e prevenir complicações.

Impacto e Tratamento da Ginecomastia

Para o especialista, além do aspecto físico, o tratamento é fundamental para restaurar a confiança e a qualidade de vida de quem convive com a condição.

Luiz Flávio

Paraense, natural de Belém (PA), graduado em Comunicação Social, com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Pará (UFPA) desde 1997. Repórter Especial do jornal Diário do Pará, onde atua desde 1995 na cobertura das editorias de Política, Economia e Cidades. Possui desde 2013 a coluna “Justiça em Fatos”, especializada em notícias jurídicas locais e nacionais, publicada no jornal aos domingos.

Paraense, natural de Belém (PA), graduado em Comunicação Social, com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Pará (UFPA) desde 1997. Repórter Especial do jornal Diário do Pará, onde atua desde 1995 na cobertura das editorias de Política, Economia e Cidades. Possui desde 2013 a coluna “Justiça em Fatos”, especializada em notícias jurídicas locais e nacionais, publicada no jornal aos domingos.