Foto: Ryan Pierse/Getty Images
Foto: Ryan Pierse/Getty Images

O sorteio dos grupos da Copa do Mundo de 2026 movimentou o imaginário do torcedor brasileiro. Assim que a bola começou a rolar nas mãos da organização, nesta sexta-feira (5) nos Estados Unidos, muita gente já enxergava sinais, coincidências e possíveis presságios. O Brasil caiu no Grupo C, ao lado de Marrocos, Haiti e Escócia, um chaveamento que, para muitos, tem cheiro de déjà-vu e reacende a fé em uma campanha vitoriosa.

A memória recente não deixa a superstição descansar. Da última vez que a seleção enfrentou um longo período sem levantar a taça, entre 1970 e 1994, foram exatamente 24 anos de espera. A distância entre o penta de 2002 e a Copa de 2026 também soma 24 anos, coincidência que virou munição para a confiança do torcedor.

Além disso, em 2002, o Brasil também iniciou a sua caminhada no Grupo C, outro detalhe que fortalece o discurso de “boa energia”.

Há ainda um terceiro elemento nessa corrente de otimismo: na campanha do penta, a França estreou contra o Senegal, cenário idêntico ao que voltará a acontecer no próximo Mundial. 

Grupo C é ‘pé quente’

Para completar, o Grupo C tem sido o responsável pela formação dos últimos campeões. Nas Copas de 2018 e 2022, foi dessa chave que saíram França e Argentina, respectivamente.

Em campo, a seleção comandada por Carlo Ancelotti estreia em um sábado, dia 13 de junho, contra o Marrocos. Depois, enfrenta o Haiti no dia 19 e encerra a fase de grupos diante da Escócia, no dia 24.

Editado por Débora Costa