
Depois de um jogo para ser esquecido — ou pelo menos empurrado para debaixo do tapete até a última rodada — o Remo voltou de Florianópolis com uma derrota por 3 a 1 para o Avaí e viu o sonho do acesso escorrer pelos dedos como areia molhada. O time oscila, tropeça, se enrola… e quando mais precisa entregar, parece que esquece até o caminho do próprio vestiário.
A atuação coletiva foi fraca, mas alguns desempenhos individuais merecem aquele comentário especial, na linha “se rir pra não chorar”. Abaixo, a análise dos jogadores que entraram em campo — e dos que apenas passaram por lá.
Atuações – Quem se salvou e quem passou longe
Marcelo Rangel – É bom, mas tem uma cota de milagres. Não é sempre…
Pedro Castro – Já deixa a torcida na bronca jogando na dele, imagina improvisado.
Klaus e Reynaldo – Entraram em campo sem fazer a digestão do almoço. Pesadíssimos.
Jorge – Meu sobrinho no Enem foi menos decepcionante.
Caio Vinicius – Hoje não sabia se marcava ou ia pro ataque. Não fez bem nem uma coisa nem outra.
Nathan Camargo – Quem? Jogou?
Panagiotis – Foi orientado em português e não entendeu nada. É a única explicação.
Pedro Rocha – Tomou mais decisão errada do que adolescente enrabichado pela primeira vez.
Nico – Durante o jogo ficou no “cisca, cisca” e no fim incorporou mais ainda o galinho, mas de briga. Foi expulso.
Diego Hernandez – O Remo brochou e ele fez escândalo e apelou para a violência. Típico. Só fez prejudicar o clube.
Freitas – A torcida nem lembrava dele, e preferia continuar assim. Fez o pênalti bobo que abriu o placar do jogo.
Nathan Pescador – Pior do que o grego ele não foi. Mas também não foi difícil.
João Pedro – Tem estrela, mas não pode brilhar sozinho.
Marrony – Sem o Bruno não vale a pena.
Cantillo – Quem é vivo sempre aparece. Mesmo que seja mal.
Guto Ferreira – Resolveu inventar no jogo mais importante do ano. Assim, papai…