Veja o resumo da noticia
- Leila Pereira e Pedrinho personificam a influência financeira no futebol, liderando Palmeiras e Cruzeiro, respectivamente.
- Leila Pereira, comanda a Crefisa e FAM, acumulando um patrimônio pessoal de R$ 8,8 bilhões, segundo a Forbes.
- Pedrinho, do Supermercados BH, impulsiona o Cruzeiro com parte do faturamento anual de R$ 21,2 bilhões.

Em um futebol cada vez mais movido por cifras, dois nomes se destacam fora das quatro linhas: Leila Pereira, presidente do Palmeiras, e Pedro Lourenço, o Pedrinho, dono da SAF do Cruzeiro. De um lado, uma empresária com R$ 8,8 bilhões em patrimônio; do outro, um varejista que comanda um grupo que fatura R$ 21,2 bilhões por ano, transformando dinheiro em poder esportivo.
Leila Pereira, presidente do Palmeiras desde 2021, construiu sua fortuna a partir da Crefisa, gigante do crédito pessoal para aposentados e servidores públicos, e do Centro Universitário das Américas (FAM). Segundo a Forbes Brasil, seu patrimônio pessoal chega a R$ 8,8 bilhões, valor que a coloca entre as mulheres mais ricas do país e a mais poderosa do futebol nacional.
Pedrinho, nome de batismo Pedro Lourenço de Oliveira, é o fundador do Supermercados BH, a maior rede de Minas Gerais. Em 2024, a empresa faturou R$ 21,2 bilhões, com 338 lojas e mais de 39 mil funcionários. Parte desse dinheiro foi direcionada ao futebol com a compra da SAF do Cruzeiro por R$ 600 milhões.
Disputa Financeira e Clubes de Futebol
Enquanto Leila investe seu capital em finanças, educação e futebol, usando seus próprios recursos para fortalecer o Palmeiras, Pedrinho opera com um modelo de escala e varejo físico, ampliando a rede por aquisições como a compra do Bretas por R$ 716 milhões. Em faturamento, o BH é gigante; em patrimônio pessoal, Leila segue à frente.
O contraste mostra dois caminhos distintos de poder: Leila, com uma fortuna bilionária própria, influencia diretamente títulos, vendas de jogadores e decisões estratégicas do Palmeiras; Pedrinho, com um império de supermercados, leva sua força econômica para o Cruzeiro, mas ainda depende do desempenho do varejo para sustentar sua presença no futebol.