
A Green Zone da COP30 já virou tradição diária para quem chega ao evento com um objetivo muito claro: garantir os melhores brindes. O espaço, conhecido por misturar experiências de educação ambiental, oficinas e ativações interativas, agora também é celebrado como o grande parque temático dos souvenirs da conferência. Entre tantos estandes disputados, dois se tornaram paradas obrigatórias: o do Consórcio Brasil Nordeste e o pavilhão da Caixa Econômica Federal.
No Consórcio Brasil Nordeste, os pequenos cactos são o grande chamariz. Distribuídos após as palestras da manhã, geralmente entre 10h e 11h, os vasos minúsculos se tornaram símbolo instantâneo do estande. À tarde, a distribuição continua, mas o ritmo cai devido à programação mais intensa, e os brindes se esgotam rapidamente. Ainda assim, a busca por um dos cactos faz com que muitos visitantes fiquem de olho no fluxo do estande durante todo o dia.
Já o pavilhão da Caixa é sinônimo de interação. O espaço oferece jogo da memória, quiz sobre sustentabilidade, atividades de compensação de carbono e experiências ligadas às cinco cidades atendidas pelas agências-barco da instituição. A cada participação, uma nova chance de levar para casa eco bags, bottons, imãs, pins, cangas e até jogos personalizados. Por ser um dos primeiros estandes do circuito, a movimentação é constante — e os brindes, sempre repostos, atraem filas que nunca diminuem.
A Febre dos Brindes na COP30
Mas a corrida pelos melhores presentes não termina na Green Zone. Na verdade, tem mais — e muito. Na Blue Zone, onde ficam estandes de países e organismos internacionais, alguns dos brindes mais cobiçados da COP30 também se tornaram assunto entre visitantes e colecionadores.

O estande da Coreia é um dos destaques, oferecendo abanadores fofíssimos com cara de gatinho para quem participa das atividades propostas por lá. As peças, que rapidamente viraram febre, somem tão rápido quanto chegam.
Outro ponto de peregrinação diária é o estande da China, que distribui pelúcias de panda e outros mimos temáticos. Assim como acontece na Green Zone, as filas se formam cedo e permanecem longas durante todo o dia, impulsionadas pela popularidade do brinde e pela curiosidade de quem tenta completar sua coleção de lembranças da COP.
E claro: impossível falar da COP30 sem mencionar os famosos pins. Estes, sim, estão presentes em praticamente todos os estandes — e são disputados a tapa.
Colecionados, trocados e exibidos orgulhosamente nas credenciais dos participantes, os pequenos itens metálicos se transformaram em símbolos afetivos e desejados, representando países, programas ambientais, causas e projetos globais.
O Legado da COP30: Além dos Debates
No fim, seja na Green ou na Blue Zone, a COP30 não apenas reúne debates decisivos sobre o planeta — ela também alimenta a febre dos brindes, criando uma experiência divertida, interativa e memorável para quem passa pelos seus corredores.