Belém raiz: quando o flerte era no olho e não no WhatsApp — escolha seu point da saudade!
Belém raiz: quando o flerte era no olho e não no WhatsApp — escolha seu point da saudade!

E chegou o sábado, quando todo mundo sempre espera alguma coisa. Muitos ainda com grana do décimo ainda no bolso, mapeando onde a tarde ou noite serão boas hoje e tudo vai rolar (ou pelo menos fica a intenção) e, nessa hora, os nostálgicos que viveram os anos 80 e 90, e parte dos 2000, acionam o modo festeiro/sócio de casa de shows de Belém. Muitas delas marcaram época e aguçam a memória afetiva dos boêmios. É como se grandes momentos da vida de cada um estivesse associado a tal evento em determinado local.

Seja o festejo de um niver, o pedido de namoro, um flerte que não deu certo, ou um porre que até hoje virou tema na roda de papo dos amigos e parentes, ou um show marcante. A boa lembrança se faz presente nessas situações, meio similares ao cheiro de uma comida que você adorava na infância e que te leva para aquele período. E se permita lembrar qual local na capital te deixou marcas boas e algumas profundas, quando não físicas. Não é papo de velho, longe disso. É como diz um escritor famoso: “A história é sedutora, só precisa ser contada de maneira cintilante”. E você, tem a sua favorita?

Casas de Shows Marcantes em Belém

Listamos abaixo um elenco pesado de casas de shows que marcaram época em Belém. Certamente vai faltar uma ou outra, mas a lista é nossa e fazemos de acordo com o que vem à mente. Brincadeira. Sem baixaria.

Confira abaixo uns locais que te deixaram boas recordações e qual você e identificava mais na época em que não havia celular e o olho no olho era a única comunicação obrigatória. Escápole, Olê-Olá, Lapinha, Caldeirão do Allan, Creuza (por que não?)… viaje no tempo e vote aqui!

Clayton Matos

Diretor de Redação

Clayton Matos é jornalista formado na Universidade Federal do Pará no curso de comunicação social com habilitação em jornalismo. Trabalha no DIÁRIO DO PARÁ desde 2000, iniciando como estagiário no caderno Bola, passando por outras editorias. Hoje é repórter, colunista de esportes, editor e diretor de redação.

Clayton Matos é jornalista formado na Universidade Federal do Pará no curso de comunicação social com habilitação em jornalismo. Trabalha no DIÁRIO DO PARÁ desde 2000, iniciando como estagiário no caderno Bola, passando por outras editorias. Hoje é repórter, colunista de esportes, editor e diretor de redação.